A pandemia da corrupção no governo de Helder Barbalho - 1ª parte
Por Ronaldo Brasiliense A gestão da pandemia do novo coronavírus no Pará, pelo governador Helder Barbalho (MDB), transformou-se numa sucessão de escândalos. Aproveitando-se da decretação do Estado de Calamidade Pública no Pará e a consequente abertura para fazer compras com dispensa de licitação, Helder Barbalho aloprou. Nunca antes na história do Pará se viu tantos escândalos em tão pouco tempo, todos devidamente registrados no Diário Oficial do Estado. Vamos a eles: 1) Cestas básicas superfaturadas A pandemia da corrupção começou em março, com a aquisição de 535 mil cestas básicas por R$ 73,9 milhões de uma empresa, a Kaizen, com capital social de apenas R$ 79 mil, cuja sede, soube-se depois, seria num terreno baldio no município de Ananindeua, na região metropolitana. Pagando R$ 136,00 por uma cesta básica para distribuir entre os estudantes da rede estadual - quase três vezes mais do que cestas básicas oferecidas pelas redes de supermerca...